A descontinuação de redes 3G e 2G impactou recursos conectados em diversos modelos, levando proprietários a perderem funcionalidades.
Saiba mais aqui!Empresas como Hyundai e Nissan tiveram de lidar com a perda de funcionalidades em veículos fabricados entre 2014 e 2019 após o "fim da vida" das redes 3G.
Saiba mais aqui!O desafio é manter a conectividade e os recursos de software atualizados durante os 12,6 anos de vida útil média dos veículos nos EUA.
Saiba mais aqui!As montadoras buscam oferecer veículos que possam ser atualizados e melhorados após a compra, como um "smartphone sobre rodas".
Saiba mais aqui!Enquanto smartphones recebem atualizações por até 8 anos, os fabricantes de automóveis ainda não estabeleceram prazos claros para a manutenção da conectividade.
Saiba mais aqui!Algumas empresas, como a Rivian, afirmam planos para manter a capacidade de atualização por até 7 anos, mas especialistas expressam ceticismo.
Saiba mais aqui!A Volkswagen acredita que o "fim da vida" das redes 4G não ocorrerá antes de 2035, permitindo manter a conectividade por 10 anos.
Saiba mais aqui!Especialistas destacam a necessidade de maior transparência e compromissos concretos sobre a longevidade dos recursos conectados.
Saiba mais aqui!A evolução dos carros traz benefícios, mas também novos desafios para as montadoras manterem a atualização e conectividade.
Saiba mais aqui!Manter a conectividade é crucial para atender às expectativas dos consumidores e preservar o valor de revenda dos carros.
Saiba mais aqui!A indústria automotiva ainda não encontrou soluções definitivas, precisando se esforçar mais para fornecer transparência e compromissos claros.
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