Empresas como a Silicon Intelligence estão criando avatares digitais realistas de parentes falecidos, permitindo que familiares se conectem com eles.
Saiba maisPara criar esses "deadbots", a empresa precisa de uma grande quantidade de dados, como fotos, vídeos e gravações de voz, para recriar a aparência, voz e personalidade da pessoa.
Saiba maisA presença constante de um "deadbot" pode dificultar a última etapa do luto, a aceitação, impedindo que as pessoas realmente lidem com a partida de seus entes queridos.
Saiba maisO uso de dados pessoais para criar esses avatares levanta preocupações sobre privacidade e o risco de exploração emocional de famílias vulneráveis.
Saiba maisA inteligência artificial pode levar a uma nova etapa do luto, com a possibilidade de se conectar com entes queridos mesmo após a sua partida.
Saiba maisOs avatares digitais são capazes de recriar com precisão a aparência, voz e até mesmo a personalidade da pessoa falecida.
Saiba maisImagine poder abrir seu tablet e ter uma videochamada com um parente falecido, como se ele ainda estivesse presente.
Saiba maisO executivo da Silicon Intelligence afirma que essa tecnologia permite que seus entes queridos permaneçam "vivos" em sua percepção.
Saiba maisA presença constante de um "deadbot" pode desafiar a última etapa do luto, a aceitação, impedindo que as pessoas realmente sigam em frente.
Saiba maisA ideia de empresas armazenarem informações íntimas de pessoas falecidas e as utilizarem para criar chatbots é perturbadora.
Saiba maisExiste o risco de exploração emocional, com famílias vulneráveis sendo atraídas por essa "segunda chance" de se conectar com entes queridos.
Saiba maisÀ medida que a inteligência artificial avança, precisamos refletir cuidadosamente sobre as implicações éticas e emocionais dessa tecnologia.
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